{"id":12,"date":"2025-07-22T19:24:02","date_gmt":"2025-07-22T19:24:02","guid":{"rendered":"https:\/\/museu.congonhas.mg.gov.br\/?p=12"},"modified":"2025-07-22T19:24:35","modified_gmt":"2025-07-22T19:24:35","slug":"multiartista-inaugura-primeira-exposicao-de-arte-urbana-no-museu-de-congonhas-com-forte-sentimento-de-pertencimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/museu.congonhas.mg.gov.br\/index.php\/multiartista-inaugura-primeira-exposicao-de-arte-urbana-no-museu-de-congonhas-com-forte-sentimento-de-pertencimento\/","title":{"rendered":"Multiartista inaugura primeira exposi\u00e7\u00e3o de arte urbana no Museu de Congonhas com forte sentimento de pertencimento"},"content":{"rendered":"<p data-raofz=\"16\"><em>Mostra \u201cSe Essa Rua Fosse Minha\u201d marca in\u00edcio das comemora\u00e7\u00f5es do ano hist\u00f3rico para a cidade, que celebra 220 anos dos Profetas de Aleijadinho, 40 anos como Patrim\u00f4nio da Humanidade e 10 anos do Museu de Congonhas.<\/em><\/p>\n<p data-raofz=\"16\">Nessa quarta-feira, 9 de abril, o Museu de Congonhas abriu suas portas para um evento in\u00e9dito e cheio de simbolismo: a inaugura\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o \u201cSe Essa Rua Fosse Minha\u201d, do multiartista Pedro Esteves em jun\u00e7\u00e3o com a arte expogr\u00e1fica de Matheus Uhsaga e Gabi Grotti. Pela primeira vez, um artista urbano ocupa uma das galerias do museu, fortalecendo o movimento de abertura e democratiza\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o cultural e dando in\u00edcio \u00e0s celebra\u00e7\u00f5es de um ano hist\u00f3rico para Congonhas.<\/p>\n<p data-raofz=\"16\">2025 marca os 220 anos dos Profetas de Aleijadinho, 40 anos do reconhecimento de Congonhas como Patrim\u00f4nio Cultural da Humanidade, e o 10\u00ba anivers\u00e1rio do Museu de Congonhas. \u201c\u00c9 o nosso primeiro grande evento do ano, e estamos muito felizes em receb\u00ea-lo. O Pedro \u00e9 artista pl\u00e1stico, m\u00fasico, poeta, um congonhense que representa a for\u00e7a da arte urbana. Isso \u00e9 muito significativo para n\u00f3s\u201d, destacou Agnaldo Tadeu, diretor do museu.<\/p>\n<p data-raofz=\"16\">A exposi\u00e7\u00e3o, que segue em cartaz at\u00e9 junho, e ser\u00e1 gratuita enquanto estiver em cartaz, \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o do Museu de Congonhas em parceria com a Funda\u00e7\u00e3o Municipal de Cultura, Lazer e Turismo (FUMCULT), Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Cultura, IFMG \u2013 Polo Congonhas e o Centro de Apoio ao Menor de Congonhas (CEAMEC). A mostra prop\u00f5e uma profunda reflex\u00e3o sobre o papel da arte na ressignifica\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios urbanos e traz \u00e0 tona temas como sustentabilidade, identidade e consci\u00eancia social. As obras foram produzidas com materiais reaproveitados e madeira de reflorestamento.<\/p>\n<p data-raofz=\"16\">Durante a abertura, o ator Hudson Haony emocionou o p\u00fablico ao declamar uma poesia intitulada como o som do sil\u00eancio em homenagem ao artista. J\u00e1 Douglas Pinto, representante do CEAMEC, recebeu de Pedro um quadro simb\u00f3lico que ser\u00e1 instalado na institui\u00e7\u00e3o. \u201cEle representa a justi\u00e7a para as nossas crian\u00e7as. Mexe muito com a gente\u201d, afirmou.<\/p>\n<p data-raofz=\"16\">O multiartista compartilhou com emo\u00e7\u00e3o o processo da exposi\u00e7\u00e3o: \u201cQuando o Igor, o Pablo, a Nayara e eu come\u00e7amos a sonhar com isso, eu disse para o Pablo: \u2018A gente n\u00e3o vai decepcionar\u2019. Isso aqui vai abrir portas pra muita gente. Sempre foi nosso, mas agora a gente t\u00e1 ocupando. N\u00e3o falo s\u00f3 de arte de rua, falo de visibilidade, de vida. Chega uma hora que a arte deixa de ser hobby ou lazer, ela vira um motivo pra viver. Uma chama que salva.\u201d<\/p>\n<p data-raofz=\"16\">O t\u00edtulo da mostra, Se Essa Rua Fosse Minha, \u00e9 tamb\u00e9m uma refer\u00eancia ao desejo antigo do artista e de seus colegas de ocuparem o museu com arte verdadeira, nascida das ruas. \u201cA gente sempre olhava o museu do lado de fora e pensava: \u2018Se um dia a gente entrar l\u00e1, vamos fazer algo daora.\u2019 E hoje, a rua \u00e9 nossa\u201d, disse.<\/p>\n<p data-raofz=\"16\">Pedro Cordeiro, presidente da FUMCULT, tamb\u00e9m destacou a import\u00e2ncia da exposi\u00e7\u00e3o como parte do trabalho da Funda\u00e7\u00e3o, que gerencia n\u00e3o apenas o museu, mas tamb\u00e9m a R\u00e1dio Educativa 97.5 FM, o Museu da Imagem, o Cine Teatro Leon, o Teatro Dom Silv\u00e9rio, a Pra\u00e7a de Eventos, e, em breve, o Parque Natural da Romaria. \u201cQueremos que a comunidade abrace todos esses espa\u00e7os. Eles s\u00e3o dela. Se a gente n\u00e3o contar a nossa hist\u00f3ria, ningu\u00e9m vai contar.\u201d<\/p>\n<p data-raofz=\"16\">A exposi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 marcada por relatos emocionantes dos envolvidos. Matheus Uhsaga, artista expogr\u00e1fico, resumiu: \u201c\u00c9 um sonho de anos que venho aprimorando. Dentro da simplicidade tem uma complexidade enorme. E assim \u00e9 nossa exposi\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mostra \u201cSe Essa Rua Fosse Minha\u201d marca in\u00edcio das comemora\u00e7\u00f5es do ano hist\u00f3rico para a cidade, que celebra 220 anos dos Profetas de Aleijadinho, 40 anos como Patrim\u00f4nio da Humanidade e 10 anos do Museu de Congonhas. 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